quinta-feira, 30 de setembro de 2021

AGENTE REVELADOR

 O AGENTE REVELADOR


Marcos 4:22

Porque nada há encoberto que não haja de ser manifesto; e nada se faz para ficar oculto, mas para ser descoberto.


O texto faz parte da parábola de Jesus que ensina sobre a função da luz num ambiente escuro.

Ele explica que uma fonte de luz não pode ser colocada debaixo de uma caixa. Não é conveniente e perde totalmente a função. Mas ela deve ser colocada em um lugar estratégico para que o ambiente seja totalmente iluminado. Com isso ela, a luz, revela tudo que é ocultado pela escuridão.

Em outro texto, Jesus diz que ele é a Luz do mundo e quem me segue nunca andará em trevas, mas terá a luz para vida. (Jo 8:12).

De fato Jesus é o agente revelador num mundo de trevas. Ele é quem revela e trás do oculto os perigos escondidos nós "ambientes" dominados pelas trevas. Ele é quem revela os perigos que a vida proporciona quando esta, está ofuscada pela escuridão.

Não há nada nessa vida, nesse mundo, nos corações que não possam ser revelados por Jesus.

O mais interessante não é a revelação do que estava ou está em oculto, mas sim o fato de que ele sendo a Verdadeira Luz dissipa a escuridão.

Ao nascer do sol a cada manhã a noite se vai.


(By Anderson Soares)

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Os apóstolos davam testemunho do Senhor


A natureza e a razão de ser igreja

Texto-base: Atos 6.1-7    
                                                                               
Texto áureo: Atos 8.4 “Mas os que andavam dispersos iam por toda a parte, anunciando a palavra."

Introdução (At 4. 32-37):

O motivo da vinda de Cristo ao mundo foi o amor de Deus. Ele veio dar-se a si mesmo para salvar a todos aquele que crer (Jo 3.16). A igreja é a criação de Cristo, portanto, divina, por isso, dizemos igreja cristã. Cristo veio servir e dar sua vida em favor de muitos (Mt 20.28), logo, a razão de ser igreja é servir e dar-se para a salvação de todos os homens. O corpo não pode ter natureza diferente da cabeça. Hoje, sabemos que a cabeça é o centro da vida, tanto assim que há morte cerebral, os órgãos do corpo do corpo apenas trabalham mecanicamente por algum tempo numa vida vegetativa. Quando o corpo, que é a igreja, está em desarmonia com a cabeça, que é Cristo (Cl1.18), ele sofre de deficiência espiritual, doença grave, degenerativa, que deforma e pode leva-la à morte. Aquela primeira igreja de Jerusalém é o modelo a ser seguido: era unida, os membros amavam-se a ponto de dar-se uns aos outros, não havia ciúmes, chegavam a vender seus bens como terras e casas e traziam os valores aos apóstolos para que distribuíssem aos necessitados. Havia poder na pregação e no testemunho da ressurreição do senhor e em todos os crentes havia a abundante graça divina (At 4. 32-35).

 A EXPRESSÃO DA VINCULAÇÃO DO SER HUMANO E DEUS (At 5.11-16)
A igreja é formada por pessoas salvas por Cristo, mas não perdem a sua “contingência humana” (é algo que o ser humano planeja que pode vir a acontecer, mas que não pode ser controlada, ou algo transitório), daí ser imprescindível que haja uma profunda vinculação (Ligar intimamente) com Deus e vigilância permanente (Mt 26.41). Com as mortes de Ananias e Safira não se abriu nenhuma polêmica, ninguém questionou se era necessário tanto rigor de Pedro; ambos mentiram ao Espírito Santo, seus corações estavam totalmente fora dos do que havia nos corações dos demais. Eles não compreenderam que o que estava no meio da igreja era um sentimento de amor e misericórdia, não se vincularam intimamente com Deus, e tentaram unir o sentimento de mentira com o santo. Houve um temor pelo acontecido, Uma reverência à Palavra de Deus. Tem faltado esse sentimento em nossos dias (temor e revência). Com Deus não se brinca; ou somos ou não somos comprometidos com ele na sua obra e convocação. A vinculação dos membros da igreja deve começar com a liderança. Os apóstolos estavam tão ligados com Deus que havia sinais e prodígios feitos entre o povo, e a igreja crescia em grande número. Não se buscava apenas curas para as enfermidades. Havia o maior milagre que pode ocorrer na vida do ser humano, a conversão a Cristo, porque a igreja era totalmente comprometida com Deus.
A EXPRESSÃO DA SUBMISSÃO AO SER SUPREMO (At 11.1-18)
O apóstolo Pedro  foi um rude pescador que se converteu, mas continuou polêmico. Era o típico líder agressivo, voluntarioso, com altos e baixos na conduta. Quis andar sobre as águas para chegar onde Jesus estava, vacilou na fé e começou a afundar; fez sublime declaração: “Tu és o Cristo” e, em seguida, teve a atitude abusada de repreender Jesus; na prisão de Jesus, foi valente, sacou uma espada, decepando a orelha do servo do sumo sacerdote, mas naquela noite negou Cristo por três vezes. Era um valente, desses judeus restritos que nem falava com os gentios. Mas, depois de negar que era discípulo do Senhor e ver aquela mirada de Jesus, chorou amargamente (Mt 26.75). A partir daí sua vida começou a mudar. No dia de Pentecostes não vacilou em acusar os matadores de Cristo (At 3.13-15), tornando-se um grande apóstolo. Em Jope, teve a visão para comer coisas que, para o judeu, eram imundas e recebe o chamado de Cornélio (At 10). Vai até a casa do centurião, prega o evangelho, este e muitos outros se convertem. Eram gentios, por esse motivo, ao voltar para Jerusalém, teve que dar explicações do acontecido. Mas, Pedro não é o velho Pedro. Não se exaltou, não fez polêmica. Simplesmente, contou os fatos acontecidos. Pedro, agora, é servo submisso (At 11. 1-17). E a igreja toda era a expressão da submissão ao Senhor Jesus, como diz o texto At 11.18. Pedro foi um dos principais apóstolos de Cristo na igreja primitiva. Não era infalível como (Gl 2.14), mas era submisso ao Senhor Jesus.
 A EXPRESSÃO DO SERVIÇO À COMUNIDADE QUE A COMPÕE (At 6.1-7)
Na igreja, há sempre dois tipos de problemas: os surgidos e os criados. Os problemas crias aparecem pela incompreensão, desobediência e pecados ocultos dos membros, como no caso de Ananias e Safira. Os sugeridos acontecem em face do crescimento, o espaço torna-se pequeno, falta de líderes, principalmente, capacitados para ensinar, falta de pessoas disponíveis para visitações ou socorrer aos necessitados. Foi o que aconteceu em Jerusalém. As viúvas gregas estavam passando necessidades. Os crentes hebreus não se preocupavam com elas. Começou a haver murmurações na igreja, chegando aos ouvidos dos apóstolos. Houve, então, a primeira assembleia administrativa da igreja. O chamado dos apóstolos era para que a igreja não descuidasse de servir às mesas, isto é, o ministério cotidiano. Era o primeiro escolher entre eles sete varões de boa reputação, de bom testemunho, cheios do Espírito Santo e de boa conduta, discretos e com aptidão para o serviço.
A EXPRESSÃO DA PROPAGAÇÃO DO EVANGELHO (At 8.1-8)
A igreja foi duramente perseguida, e depois do martírio de Estevão, os cristãos saíram de Jerusalém em grande número, espalhando-se para outras regiões e, por onde iam, levavam a mensagem do evangelho, chamando a atenção pela sua forma de vida.
Apesar das perseguições, os discípulos não deixavam de pregar o evangelho. Desta forma, Filipe foi a Samaria e pregou aos samaritanos, sendo que as multidões atendiam, ouvindo a mensagem e vendo os sinais operados. Posteriormente, Filipe foi ao deserto de Gaza, evangelizando e batizando o eunuco. O apóstolo Pedro foi a Jope e dali a Cesaréia, onde estava o centurião Cornélio e mandou que todos fossem batizados, ele e os que estavam em sua casa (At 10.47,48). Diz –nos textos que Saulo assolava a igreja, entrando nas casas e arrastava as pessoas, levando-as para a prisão. Pode nos parecer paradoxal, mas o ódio de Saulo já o fazia um agente da propagação do evangelho, porque para onde fosse a igreja perseguida, ela era a expressão da disseminação do evangelho pelo mundo conhecido então.
 CONCLUSÃO
A razão de ser igreja tem como prioridade o Senhor Jesus. Os demais ministérios da igreja devem ser consequência lógica dessa prioridade, por isso, os crentes têm que estar, profundamente vinculados e submissos a Deus. A razão de ser do nosso culto é o Senhor Jesus; os serviços que prestamos àqueles que necessitam, a começar pelos domésticos da fé, devem ser a expressão de ofertas agradáveis ao senhor, dando-nos primeiramente a ele (2 Co 8.1-5). A pregação do evangelho, a começar em casa e até o fim do mundo, é a maior expressão e característica da igreja de Cristo.

terça-feira, 23 de outubro de 2018

A Igreja de Cristo, sua natureza e missão.


Lição 1 –  “Edificarei a minha igreja”.

A natureza e origem da igreja cristã

Texto-base :   Atos 2.37- 47

Texto áureo: Atos 2.44 “E todos os que criam estavam juntos, e tinham tudo em comum.."

Introdução (Mt 16.13-20):
Não houve maior, nem melhor pedagogo do que Jesus. Ele usava elementos comuns da vida, do conhecimento e da cultura de seu tempo para explicar e fazer-se entender. Quando ele quis instituir o novo Israel, não usou os termos povo ou nação, por suas conotações como raça ou etnia, sujeitos a um governo institucional e relacionados à infidelidade de Israel, tampouco pensou em multidão no sentido de massa humana. Ele usou o termo “ekklesia”, que significa assembleia, convocação, congregação, ou reunião, cujo correlato hebraico é “qahal” do Antigo Testamento, que designa Israel num sentido ideal como propriedade peculiar de Deus e descendente de Abraão; refere-se a Israel como nação, porque não existia a igreja de Israel, que pese ser uma nação teocrática.
Ao expressar “Edificarei a minha Igreja”, Jesus expõe a visão profética do significado final da promoção do Reino. A instituição da igreja ultrapassou o sentido da congregação de Israel, porque a nova congregação passou a ser um corpo vivo com membros que o aceitam em suas vidas e o declaram como Salvador e Senhor.
A igreja foi gerada na mente de Cristo e sob a direção do Espírito Santo, encontrou o seu expressivo uso desde os tempos do Novo Testamento até nossos dias, dentro de um processo de assimilação do termo e do organismo. Não é bom pensarmos que logo a partir da declaração “edificarei a minha igreja” por Jesus, tenha ocorrido a compreensão imediata dos presentes sobre a igreja. Ao estudarmos o período apostólico, entenderemos que esta congregação era local, com  uma organização definida. Como um corpo autônomo, requeria uma qualificação da mesma. Essa qualificação era: (1) ser salvo (At 2.47). (2) ser batizado biblicamente (At 2.41); (3) devia viver em conformidade com as normas cristãs (1 Co 5.1-6; 14.23).
A origem do templos ( Gn 28.18- 22; 1 Cr 22.2-5; 2 Cr 6.9-11; Ed 4.13-18)
Os povos pagãos construíam templos aos seus deuses, feitos por suas próprias mãos. Os templos de Israel surgiram de forma diferente. Os patriarcas edificaram altares, adoravam e ofereciam sacrifícios ao Senhor Deus; os chefes de familiais conduziam o culto a Deus. Partindo dessa pratica, Noé, ao sair da arca com sua família, pisando em terra seca, edificou um altar e ofereceu um holocausto a Deus (Gn 8.18-20). Abraão, ao receber a promessa de Deus que lhe daria a terra dos cananeus, edificou um altar ao Senhor; em Betel, edificou outro altar e invocou o nome do senhor (Gn 12.7,8). Jacó, diante da extraordinária visão da escada que subia ao céu e do diálogo mantido com Deus, erigiu uma coluna sobre o qual derramou azeite e disse: “Quão terrível é este lugar! Este não é outro senão a casa de Deus; e esta é a porta dos céus” (Gn 28.17). Assim fizeram Josué (Js 8.30,31; Dt 27.4,5), Gideão (Jz 6.24-26), davi (2 Sm 24.18-25) e Elias (1 Rs 18).
Temos altares , por assim dizer, o embrião do templo. Davi pretendeu construir um templo a Deus, mas Ele não o permitiu (1  Cr 22.6-10). Salomão construiu o templo, mas tornou-se idólatra, o povo se tornou rebelde, infiel, até que Nabucodonozor submete o povo de Israel ao cativeiro (2 Cr 36.1-21). Setenta anos esteve no cativo na Babilônia (Iraque, hoje) até que Ciro, rei da Pérsia (Irã, hoje) é usado por Deus para libertar o seu povo e mandar construir o templo (Ed 1.1-11). Zorobabel constrói o templo (Ed 3-5). Este foi profanado e destruído pelos anos 175 a 160 a.C. O templo do qual Jesus expulsou os mercenários foi incendiado no ano 70 d.C.
  
O templo sem igreja (1 Cr 22.2-5; 2 Cr 6.9-11)
O templo foi construído por ordem do rei. O povo o tinha como a morada de Deus. O lugar era considerado tão sagrado que somente podiam entrar nele os circuncidados e, no altar chamado santo dos santos, unicamente, o sumo-sacerdote. O gentio não podia entrar no templo porque poderia ser morto. Ninguém ousava desrespeitar a lei. Ora, a lei é boa, mas Israel passou a adorar o templo do Senhor. O povo de Israel tinha orgulho de ser descendência de Abraão e entendia que tinha direitos adquiridos para a eternidade, mas a descendência racial de Abraão não lhe dava direitos automáticos de bênçãos divinas (Mt 3.9; Rm 9.7). No Antigo Testamento, havia o templo, mas faltava a igreja.
A igreja sem templo (At 2.37-47)
Desde que Cristo se propôs a edificar a sua igreja, aconteceu a mais extraordinária revolução espiritual jamais conhecida no mundo. Pedro deixa claro quem é a Pedra principal da igreja – Cristo (1 Pe 2.4-8). Ao ensinar sobre a edificação espiritual da igreja, Paulo diz: “edificados sobre o fundamento dos apóstolos e profetas, sendo o próprio Cristo a principal pedra de esquina...”(Ef 2.20,21). Logo, não é Pedro o fundamento da igreja. Se fosse Pedro, por haver sido esse apóstolo que teve aquele discernimento cristalino ao declarar “Tu és o Cristo, o Filho do Deus vivo, como ficaria a igreja diante da declaração enfática do nosso Senhor, que se dirigiu ao mesmo Pedro momentos depois e lhe disse: “para trás de mim, satanás, que me serves de escândalo; porque não estás pensando nas coisas que são de deus, mas sim nas que são dos homens” (Mt 16.23).
Com Cristo, a relação de comunhão com Deus está muito além de um templo construído sobre pedras ou homens. A igreja reconhece que o templo é o lugar mais apropriado para o culto público a Deus, porém, o culto público depende do culto pessoal de cada crente. A igreja, cujo edifício espiritual não está fundamentado em Jesus Cristo, está eivada de erros e desvios doutrinários. Com Cristo, como pedra fundamental, a Igreja dispõe do acesso direto ao Pai porque cada membro é um santuário, no qual Deus habita (1 Co 3.16,17; 6.19). Reconhecemos a importância do templo para o culto, mas não depende dele para a existência plena da igreja. Os convertidos a Cristo passavam a ter um sentimento diferente, e ouvindo a mensagem compungiam-se-lhes o coração (trouxe-lhes arrependimento), reconhecia que eram frágeis diante da verdade e perguntavam: “que faremos, varões, irmãos?” A pregação insistia no arrependimento pela fé em Cristo e na obediência do batismo. Em consequência, a igreja foi se constituindo numa força extraordinária, que inundou Jerusalém com o evangelho, que não era só pregado a palavra, mas com o viver diário de cada cristão. Os apóstolos e todos os demais discípulos tinham muito para ensinar sob a ação do Espírito Santo, que os guiava a toda a verdade (Jo 16.13). A população de Jerusalém era surpreendida pela vida e forma dos cristãos tratarem a todos. Aqueles primeiros cristãos eram firmes na doutrina dos apóstolos, pois reconheciam que eram ignorantes e precisavam aprender mais. E, que doutrina era essa dos apóstolos? Eles não começaram a ensinar outra coisa, senão aquilo que aprenderam de seu Senhor e Mestre. Eles não vinham com inovações, nem vãs filosofias. O ensino da doutrina dos apóstolos era e é indispensável para consolidação da fé dos novos convertidos. Ademais, toda igreja perseverava na comunhão, no partir do pão e nas orações. Comunhão significa ter tudo em comum, não somente no aspecto material, mas sobre tudo no espiritual; o primeiro é consequência do segundo. Usavam o templo que não lhes pertencia, mas perseveravam unânimes no templo e nas casas. Tinham prazer de estar juntos. Assim era o sentimento dos convertidos a Cristo.
CONCLUSÃO
 A igreja é a congregação dos remidos por Cristo (Jo 3.16). Cristo é a cabeça da igreja, sendo ele o próprio Salvador do corpo (Ef 5.23). Somos membros do seu corpo (Ef 5.30). A igreja é uma realidade distintiva no Novo testamento... Sob a nova Aliança, os sacerdotes, os sacrifícios, o santuário do Antigo Testamento, foram substituídos pela mediação de Jesus (Hb 1 a 10), A limitação da antiga aliança a uma só nação (Dt 7.6; Sl 147.19,20) é substituída, em Cristo, em igualdade de condições, de crentes de todas as nações (Ef 2 e 3; Ap 5.9,10). O Espírito Santo é derramado sobre a igreja, a fim de que a comunhão com Cristo (1 Jo 1.3), o ministério da parte de  Cristo (jo 15.18; Ef 1.14) se tornassem realidades na experiência da Igreja.

quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CAMINHO DE FÉ E DE MILAGRES

Tendo Jesus passado de novo no barco para o outro lado, ajuntou-se a ele uma grande multidão; e ele estava à beira do mar. (Mc 5:21)

O Senhor Jesus percorria por algumas regiões, entre elas uma região chamada "província dos gadarenos". Quando ali chega, um homem tomado por um espírito imundo sai ao seu encontro, logo Jesus o liberta daquele espírito. Porém, vendo as demais pessoas da mesma região o que acontecera ao homem, rejeitam ao Senhor e pedem pra que ele vá embora (Mc 5. 1-19).
Já no versículo em destaque, Jesus já estava em outra região e logo que ao seu redor ajuntou uma grande multidão. Imediatamente um homem de certa influência e importância na região chamado Jairo o aborda solicitando sua presença  na casa dele, pois sua filha estava à beira da morte... No percurso Jesus cercado pela multidão é tocado por uma mulher que também estava muito doente  (para ser mais preciso: 12 anos sofria com tal enfermidade). No toque que fez em Jesus ficou curada, pois dizia em seu coração: "seu eu somente tocar nele ficarei curada". Isso foi suficiente para que de Jesus saísse o Poder de cura para sua vida.
Logo chega alguns avisando ao Jairo que sua filha acabara de falecer e que a presença de Jesus já não era necessário. Porém Jesus  fala pra ele continuar crendo. Chegando na casa daquele homem, ele toma a menina pela mão e ordena que ela se levante. E logo a menina levantou. ALELUIA!
Em uma região um homem é liberto e segue sua vida maravilhado pelo que Jesus fez por ele. Mas Jesus é rejeitado pelos demais. Já na outra região, Ele é cercado por uma multidão e logo proporciona curas e milagres na vida daqueles que criam Nele (Mc 5. 21-43). O local onde Ele estava era sempre uma oportunidade de praticar a fé e vivenciar os milagres que saía dele.
Talvez a exemplo daquele homem de Gadara somente você está crendo e vai vivenciar o Poder de Jesus em sua vida, mesmo que os demais não creiam ou rejeitem o Senhor. Ou quem sabe você tem abordado Jesus em meio a multidão. Ou está disposto a tocar nele. Mas para isso é necessário seguir um caminho de fé para vivenciar os milagres.

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

O DIFERENTE MODO DE AGIR DE DEUS

Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas do mundo para confundir os sábios; e Deus escolheu as coisas fracas do mundo para confundir as fortes; e Deus escolheu as coisas ignóbeis do mundo, e as desprezadas, e as que não são, para reduzir a nada as que são; 1 Co:1:27,28

Ao ler estes versículos podemos ver que Deus vai na contra mão da razão humana e que suas escolhas sempre serão segundo o que determinar seu "coração". Pois tudo que Deus faz é bom!
Assim foi na criação. Tudo que Ele criou viu que era bom  (Gn 1). Mas o agir de Deus ou suas escolhas são completamente diferentes da nossa forma ou jeito de fazer ou pensar. Nestes textos Paulo diz que Deus escolhe as coisas loucas  do "mundo" para envergonhar as sábias, isto é, tudo que é desprezível ou ignorado para confundir as que são "cheias de si"; as fracas para confundir as fortes; as humildes para confundir os altivos e soberbos.
Poderíamos dizer que o agir de Deus é totalmente diferente do nosso jeito. Mas também devemos lembrar que tudo que Ele faz é bom.
Devemos também lembrar que se em meio a loucura, fraquezas e humildade formos escolhidos por Ele, nunca devemos nos vangloriar na sua presença.
Deus te escolheu. Mas também sonda o teu coração. Pense nisso!
Que neste dia Deus te ache louco, fraco e humilde.

O SABER DE DEUS, VEM DO PRÓPRIO DEUS

Mas, como está escrito: As coisas que olhos não viram, nem ouvidos ouviram, nem penetraram o coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. 1 Coríntios:2:9

Paulo está abordando neste texto e contexto a sabedoria e compreensão das coisas e mistérios de Deus que não são  compreendidas entre os "experimentados e poderosos". Porém revelada e ensinada aos que esperam no Senhor  (Isaías 64.4) através do Espírito Santo. São coisas profundas e tremendas que o homem em seu estado natural, ou seja, em si próprio não pode compreender. Somente o homem espiritual, isto é, o homem que espera e confia em Deus.
Por tanto, se quisermos compreender Deus e seus mistérios, Ele próprio nos ensinará através de sua Palavra e seu Espírito.
Que Deus seja revelado a ti nesse dia. Que os mistérios e grandezas dele possam ser conhecidos por ti. Que ao sondar o teu coração, Ele te encontre no estado do "homem espiritual". Isto é, esperando e confiando nele.

PERSUADIDO NÃO POR PALAVRAS

Porque o reino de Deus não consiste em palavras, mas em poder.1 Coríntios:4:20

Havia na igreja de Coríntios um início de divisão, uns eram mais voltados aos ensinamentos de Paulo, outros de Apolo, outros de Cefas.  Porém Paulo os lembram que nem um nem outro eram nada, pois tudo vinha de Deus e  que tanto um quanto o outro faziam tudo por Cristo e Cristo por Deus. Dentro deste contexto Paulo trás uma grande lição para eles (e a nós também). Os que se dispõe à Deus deve ser orientado pela sua Palavra e pelo Espírito Santo. Se querem viver o Evangelho saibam que haverá momentos de lutas, perseguição, desafios, mas quem dará o conforto e a direção é Deus. Por isso os que vivem cheios de si ou suas razões não vivem o Evangelho de Jesus. Pois estão inchados, persuadidos pelas palavras de homem.
Lembramos que o Evangelho para muitos é loucura mas para os que crêem é o "Poder de Deus".
Deixe ser persuadido por esse "Poder".